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Setembro amarelo: como cuidar da saúde mental nas redes sociais

O “Setembro Amarelo” é marcado pela campanha mundial de prevenção ao suicídio. De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), cerca de 800 mil pessoas tiram a própria vida todos os anos. 


A entidade revela ainda, que essa é a segunda principal causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos, principalmente em países de baixa e média renda.


Por isso, neste mês, diversas campanhas de conscientização e prevenção ao suicídio são lançadas, para apoiar pessoas em risco desta situação.


Um dos principais fatores que levam os jovens a desenvolverem quadros de depressão e ansiedade, é a internet, em especial as redes sociais, que apesar de serem um ótimo lugar para conhecer pessoas e compartilhar experiências, também pode ser um local sombrio onde os jovens criam uma cobrança excessiva sobre si mesmos e sofrem muito com o cyberbullying e haters das redes.




Quais os impactos das redes sociais na saúde mental?


Recentemente, um estudo da plataforma Scielo/USP avaliou a influência das mídias sociais no desenvolvimento de ansiedade e depressão em estudantes de medicina e revelou que, quando consumida em excesso, pode levar a prejuízos emocionais significativos.


Entre os problemas que mais se desenvolvem de acordo com a pesquisa estão:


  • Impulsividade;

  • Ansiedade excessiva;

  • Transtornos de humor;

  • Consumo de substâncias;

  • Hostilidade e comportamento agressivo;

  • Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade;

  • Solidão, baixa autoestima e tendência a atitudes suicidas.


Quais os perigos do cyberbullying?


O cyberbullying é caracterizado pela prática de bullying por meio de ambientes virtuais, como redes sociais e aplicativos de mensagem. 


O bullying consiste em um agressor que persegue, humilha, intimida, agride e difama uma vítima pela internet, sem motivo aparente, apenas para causar intrigas.


Esse tipo de comportamento afeta e muito a saúde mental das vítimas, que absorvem comentários negativos e levam para a vida real.


Entre as principais consequências do cyberbullying estão: 


  • Fobia social;

  • Transtorno de pânico;

  • Redução da autoestima;

  • Prejuízos à alimentação;

  • Alterações na qualidade do sono;

  • Desinteresse pelas atividades físicas;

  • Prejuízo aos relacionamentos interpessoais;

  • Menor desempenho profissional ou acadêmico;

  • Ansiedade generalizada e depressão na adolescência;

  • Nos casos mais graves — suicídio.


Como cuidar da saúde mental nas redes sociais?


Para evitar passar por situações estressantes que causam esses tipos de problema é preciso melhorar a disciplina e fazer um uso saudável das redes sociais.


Infelizmente os haters sempre irão existir, por isso, cabe à vítima procurar formas para evitar conflitos e não se deixar afetar pela negatividade da rede.


Para evitar essas situações, é importante se atentar aos seguintes fatores:


Limitar o tempo de exposição: tudo em excesso faz mal e com as redes sociais não seria diferente. Limite o tempo de uso na rede e procure tirar um tempo para lidar com a vida real.


Priorizar páginas que agreguem valor: consuma conteúdos que agregam valores e passem informações úteis e verdadeiras.


Evitar a exibição de intimidades na Internet: nem tudo pode ser colocado na rede, é preciso ter cuidado ao compartilhar informações íntimas demais.


Filtrar a fonte e avaliar a veracidade das informações divulgadas: cheque as fontes e busque se informar em outros meios sobre as informações divulgadas nas redes sociais.


Não espalhar memes nem conteúdos de cunho preconceituoso ou imoral: As vezes o que pode não ser nada demais para você, fere muito a existência do outro, procure avaliar melhor aquilo que você posta para não ofender ninguém.


Estimular o respeito ao próximo e não disseminar o cyberbullying: procure formas de incentivar o respeito ao próximo e não compartilhe opiniões que ofendem outras pessoas.


Monitorar os sites que as crianças e adolescentes costumam visitar: as crianças e jovens estão se expondo na rede cada vez mais cedo e isso é muito perigoso, pois na internet não existe filtro. Acompanhe de perto o que eles fazem no celular e estejam atentos a conversas que podem ser perigosas.


Por fim lembre-se, todos têm o direito de compartilhar sua opinião sobre qualquer assunto nas redes sociais, mas quando essa opinião fere a existência do outro, é melhor guardar para si mesmo.


Procure fazer das redes sociais um ambiente saudável e descontraído e não um lugar de autocobrança e negativismo. Cerque-se de pessoas que compartilham dos mesmos valores e ideais que você.


E lembre-se, você não está sozinho, se precisar, procure ajuda profissional e se abra com pessoas em que você ama e confia.


Você é importante, fique vivo!


Se precisar de ajuda imediata, disque 188 e fale com um dos voluntários do Centro de Valorização da Vida (CVV), que promove apoio emocional e prevenção do suicídio, com atendimentos gratuitos a qualquer pessoa. O centro garante sigilo total e atende por telefone, e-mail e chat 24 horas por dia, nos sete dias da semana.


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